Em 2017, fiz uma viagem a Paris, e desfrutei cobiçosamente do máximo possível de arte. Em uma das cavernosas câmaras do Musée d?Orsay havia uma exposição de Van Gogh, com suas telas emolduradas (“Noite Estrelada Sobre o Ródano“, “Quarto em Arles”, “A Igreja em Auvers”, alguns de seus autorretratos) montadas diante de um fundo reluzente cor de safira, em lugar das paredes brancas e castas que caracterizam os museus.
Leia mais (08/14/2021 – 11h00)