A mesa de bar servia de gabinete para os despachos profissionais do crítico e historiador José Ramos Tinhorão, morto na última terça, em São Paulo, aos 93 anos. Com frequência, pesquisadores, editores e documentaristas ficavam à espreita durante suas saídas da toca. Seu ponto fixo era o bar Amélia, na Vila Buarque, onde exercia, aos sábados, a arte do papo livre de boteco.
Leia mais (08/07/2021 – 19h00)