Quando Zildinha chegou, já parando o trânsito, enrolada num laço de fita gigante, minha mãe quase teve um treco. Primeiro, porque Zildinha em tese não era gente, mas um Fiat Prêmio 1988. Segundo, porque carros a apavoravam.
Leia mais (09/05/2021 – 17h00)