Prefeitura diz que caso foi denunciado por associações ambientalistas e que pediu uma avaliação da Sabesp e da Cetesb – companhia de abastecimento teria informado que água está própria para o consumo humano. Laudo de empresa privada deve sair em até 15 dias. Trecho do Rio do Peixe, em Socorro (SP), coberto por espuma na manhã deste domingo (15)
Arquivo pessoal
O aparecimento de espuma na superfície do Rio do Peixe, em Socorro (SP), ligou o alerta de associações turísticas e de proteção ambiental do município. Neste domingo (15), o problema voltou a ocorrer. Em nota, a prefeitura informou que a Secretaria do Meio Ambiente, em conjunto com empresa contratada, realizou coleta de água para análise – o resultado deve sair em até 15 dias.
“Nos últimos meses, em alguns trechos do rio, uma espuma está aparecendo sobre a água, preocupando moradores e empresários do segmento turístico da região. Suspeita-se que espuma esteja sendo gerada por lavanderias e tinturarias do munícipio de Munhoz (MG)”, informa, em nota, a prefeitura de Socorro.
Ainda segundo a administração, um conjunto de associações ambientalistas comunicou o fato às prefeituras de Socorro e Munhoz, ao Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema) e às Promotorias de Justiça das duas cidades.
A Prefeitura de Socorro destaca que solicitou, à Sabesp e à Cetesb, companhia ambiental do estado, análise da água do Rio do Peixe. “A Sabesp encaminhou cópia de análise da água no qual atesta que a mesma está própria para o consumo humano e recomendou que a Prefeitura aguardasse o laudo da Cetesb”, diz o texto.
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