Nesta semana, a Secretaria Estadual de Saúde anunciou o encerramento da ala exclusiva para pacientes com Covid do Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes. O Consórcio de Municípios do Alto Tietê também divulgou o fim da UTI exclusiva para a doença no HC de Suzano por causa da queda das internações. Hospital Estadual Doutor Arnaldo Pezzuti Cavalcanti, em Mogi das Cruzes; é o que tem maior índice de ocupação a UTI para Covid-19 entre as unidades do governo do estado no Alto Tietê
Vinícius Silva/TV Diário
Os hospitais estaduais do Alto Tietê estão com ocupação média de 52% nos leitos de UTI exclusivos para Covid-19 nesta quinta-feira (9), de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde. Houve um aumento no percentual na quarta-feira por causa do encerramento de alas exclusivas no Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, e no Hospital das Clínicas de Suzano.
O Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos opera com 26 leitos de UTI, que registram 38,46% de ocupação, e 26 de enfermaria, com 19,23% deles ocupados.
O Santa Marcelina de Itaquaquecetuba conta com 10 leitos de UTI, com 50% de ocupação, e 10 de enfermaria, com 30% de ocupação. No Hospital Dr. Arnaldo Pezzuti, em Mogi, estão em funcionamento 30 leitos de enfermaria, com ocupação de 46,67% e 30 leitos de UTI, com 67,86% de ocupação.
Apesar do fim da ala de UTI para Covid-19, anunciado pelo Consórcio dos Municípios do Alto Tietê, o Hospital Auxiliar de Suzano mantém 20 leitos de enfermaria exclusivos para pacientes com a doença, com 42,86 % de ocupação nesta quinta.
A Secretaria Estadual de Saúde informou que: “Os serviços do SUS seguem dedicados a garantir assistência adequada e oportuna a todos. É importante destacar que taxas de ocupação variam no decorrer do dia em virtude de fatores como altas, óbitos ou transferências para leitos de enfermaria ou UTI, por exemplo”.
De acordo com a secretaria, “o Hospital Luzia de Pinho Melo agora está dedicado a outras patologias em virtude da redução da demanda por este tipo de internação. O redirecionamento de leitos faz parte da rotina de trabalho dos gestores dos serviços de saúde. Toda medida é baseada em monitoramento do cenário e planejamento da rede, visando salvar vidas e assegurar atendimento igualitário”.
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